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Correio da Manhã

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Estradas cheias de água

Há muitas estradas onde a água se acumula devido a erros na construção. Sempre que chove sucedem-se os acidentes. A culpa é do S. Pedro?
26 de Novembro de 2006 às 00:00
Estradas cheias de água
Estradas cheias de água
Mais uma vez as estradas deste nosso Portugal voltam à baila. Gostaríamos que tal não acontecesse, mas é raro o dia em que não recebemos queixas sobre o muito que falta fazer. Mas o mais grave nem é o que falta fazer, mas sim o que está mal feito.
Sempre que chove com mais intensidade formam-se lençóis de água no troço da Estrada Nacional 118, que passa por Paúl de Magos, em Marinhais, dando origem a acidentes. Diz a Estradas de Portugal que existem problemas de escoamento das águas. Informa ainda que está em preparação uma intervenção para a resolução definitiva da situação. E perguntamos nós: quem fez a obra não devia ter logo acautelado esta situação?
Mais a norte, o mesmo problema. A curva do final da variante do Cávado, na saída para Vila Verde, tem sido palco de aparatosos acidentes. Quem por ali passa queixa-se do deficiente escoamento das águas pluviais. E quando à água se junta o óleo, a curva em questão transforma-se numa armadilha mortal.
E, já agora, como explicar que na A2, no troço entre o Fogueteiro e Coina, que está a ser alvo de obras de alargamento, já se notem bolsas de água em algumas zonas?
Convenhamos que é água a mais. E a culpa, por muito que tenha chovido, não pode nem deve ser imputada a S. Pedro. Quem mete água não é o santo...
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