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Correio da Manhã

Eu Repórter CM
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Estragam o que é de todos

Um pouco por todo o lado sucedem-se os actos de vandalismo. Sem respeito por nada nem ninguém, os vândalos continuam a fazer das suas.
7 de Junho de 2009 às 00:30
Estragam o que é de todos
Estragam o que é de todos

É o que acontece, por exemplo, no Ecoparque de S. João da Talha, um espaço verde em Loures onde nada escapa  à fúria dos que se divertem estragando o que é de todos. Na zona reservada aos piqueniques, as churrasqueiras estão destruídas. O mesmo acontece com os candeeiros e as loiças dos sanitários, desabafa o nosso leitor Manuel Silva. Outro exemplo de destruição é o belo coreto do jardim da Charneca do Lumiar, que está vandalizado com graffitis, denuncia o leitor Vítor Pereira.

A praga das latas de tinta também tomou de assalto a Linha de Sintra.  As carruagens dos comboios mais parecem borrões sobre rodas! “Quando é que se acaba com este flagelo?”, questiona o leitor Paulo Firmino. Outro caso de destruição, relatado pelo leitor António Quaresma, aconteceu num jardim junto à Quinta das Conchas, em Lisboa, onde os bancos com poemas de autores de países lusófonos foram vandalizados com graffitis (entretanto a autarquia já fez a limpeza).  Quantos mais casos deste género não acontecem por este país fora? Até quando vamos pactuar com este tipo de atitudes? Não basta lamentar. É preciso agir. E com mão pesada.

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