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Correio da Manhã

Eu Repórter CM
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Pregar no deserto

Sucedem-se, um pouco por todo o lado, actos de vandalismo que a todos nos envergonham. Por todos, entenda-se os cidadãos, pois os meliantes que praticam tais actos não são cidadãos, mas sim vândalos que destroem o que é de todos. Veja-se o que aconteceu na Mealhada, onde o Parque Urbano foi alvo de vandalismo.
7 de Fevereiro de 2010 às 00:30
Pregar no deserto
Pregar no deserto

Um poste de luz partido, bebedouros estragados, luminárias dos candeeiros partidas e mais de 40 loureiros e 20 medronheiros arrancados foi o balanço da onda de vandalismo. Há cerca de um mês, meia centena de sinais de trânsito também foi alvo de vandalismo. E, como se isto não bastasse, até as pedras ornamentais nas rotundas foram arrancadas! Que palavras mansas se podem dizer? De que valem os apelos ao civismo? Veja-se, também, o que aconteceu em Lisboa, no jardim Bolhão Pato, onde arrancaram cadeiras e mesas. E nem os campos de futebol escapam à fúria destes criminosos. Foi o que aconteceu em Pedrógão Grande, onde foram destruídas as balizas do campo municipal. Perante estes actos, alguém acredita que os apelos ao civismo têm algum resultado? Infelizmente, é o que se continua a fazer. É igual a pregar no deserto. O melhor civismo é passar das palavras aos actos e aplicar castigos pesados aos criminosos que destroem o que é de todos. É tempo de dizer basta!

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