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Correio da Manhã

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Prometer e cumprir

Estamos de tal forma habituados a tantas promessas nunca concretizadas ou que demoram a cumprir – lá diz o povo que “promessas leva-as o vento” – que torcemos o nariz quando deparamos com obra feita conforme os prazos indicados. Mas foi o que aconteceu na Moita e está a acontecer em Peniche.
8 de Fevereiro de 2009 às 00:30
Prometer e cumprir
Prometer e cumprir

No primeiro caso, demos conta, em Dezembro, de um parque infantil vandalizado na Baixa da Banheira. Ficou a promessa, por parte da autarquia,de que o equipamento seria recuperado em Janeiro e que em Fevereiro estaria operacional. E disso mesmo nos deu conta o leitor Sérgio Martins, o mesmo que alertou para a necessidade de recuperar o equipamento. Quem também está a responder de forma positiva é a Câmara de Peniche. Deitou mãos à obra e está a  limpar a estrada da Carqueja.  E como mais vale prevenir do que remediar, vai reunir com os agricultores por forma a encontrar uma solução que evite o arrastar das lamas provenientes da lavoura para a estrada.

Infelizmente, o que não falta por aí é quem muito fale e pouco faça. Mas como já estão “escaldados” com tanta promessa nunca cumprida, escudam-se, agora, em conversas redondas. A promessa transforma-se em “estamos a analisar” e nunca se comprometem com prazos. São os especialistas no deixa-andar.

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