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Correio da Manhã

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Recuperação

O PSI 20 e os principais índices europeus fecharam ontem com sinal positivo, apesar da subida do preço do petróleo.
14 de Janeiro de 2005 às 00:00
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A maior valorização (0,7 por cento) foi a do espanhol Ibex 35, que voltou a ultrapassar os nove mil pontos. Seguiu-se o francês Cac 40, com 0,47 por cento. Para esta percentagem de ganho, contribuiu a EADS, que detém a Airbus. A empresa europeia de aeronáutica, que espera ter mais um ano a voar mais alto que a Boeing, fechou a 22,86 euros, com uma progressão de 3,53 por cento.
O índice mais importante da praça portuguesa terminou a sessão nos 7721 pontos, com uma progressão de 0,38 por cento. Este comportamento deveu-se, sobretudo, à Brisa, que foi para 6,78 euros, mais 1,19 por cento.
Dos pesos-pesados, o BCP avançou 0,51 por cento, para 1,98 euros; a PT, 0,33 por cento, para 9,06 euros. A EDP manteve-se a 2,26 euros e foi o papel mais negociado, com uma quantidade superior a 10,7 milhões.
A maior subida do PSI 20 foi a da Reditus: 6,59 por cento, para 4,37 euros. Na terceira posição, após a Brisa, ficou o BPI, que voltou aos 3,03 euros.
O sinal negativo mais elevado foi o da Pararede. A tecnológica perdeu 2,7 por cento, para 36 cêntimos.
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