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Correio da Manhã

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Vandalismo à solta

É triste ver o vandalismo que assola este País, onde destruir o que é de todos se tornou moda. O vandalismo toma forma, por exemplo, nos muitos graffitis nos transportes públicos (vejam os comboios da Linha de Sintra) e placas toponímicas um pouco por todas as cidades. Toma forma, também, na destruição de árvores, como aconteceu na Moita, e de mobiliário urbano, como se registou em Arcos de Valdevez. Toma ainda forma na destruição de marcos de correio, como aconteceu em Santo António dos Cavaleiros.
12 de Julho de 2009 às 00:30
Vandalismo à solta
Vandalismo à solta

Sabemos que é difícil combater o vandalismo perpetrado por bandos de jovens que desprezam tudo e todos. Até a autoridade. Quem age assim não tem respeito por nada nem ninguém. Quem destrói um banco de jardim ou uma árvore é capaz de tudo. E isso é preocupante. Será que chegámos a este ponto devido à falta de autoridade? Ainda estamos a tempo. Deixar estes bandos à solta é perigoso. Farão sempre pior. Sabem que se forem apanhados em flagrante, o que é raro, pouco ou nada lhes acontece. É na escola que tudo deve começar. É o melhor local para começar a exercer a autoridade. Com mão pesada. E sem medo. Quem hoje previne um crime, amanhã colherá os frutos: uma sociedade melhor, onde o respeito não seja apenas uma palavra mas uma prática do dia-a-dia.

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