Recorde como era a formação das hospedeiras da TAP

Em 1979, o CM acompanhou um curso para hospedeiras e comissários de bordo.
05.09.16
Era um tempo em que as assistentes de bordo ainda se chamavam hospedeiras. Em que voar era um luxo ao alcance de poucos e em que, por isso mesmo, os passageiros eram tratados como se fossem convidados de um seleto restaurante. A TAP escolhia a dedo os homens e mulheres que tratavam do bem-estar dos seus passageiros e a função obrigava os candidatos a um curso exigente. 

Havia até na companhia um simulador, que replicava ao pormenor o ambiente da cabine de bordo. Candidatos a hospedeiras e comissários de bordo treinavam as operações a bordo, sempre com a máxima cortesia e disponibilidade. 

Mal se suspeitava, nesse ano de 1979, que três décadas depois, se tornou normal não haver serviço de bordo, ou haver apenas as sandes mais básicas a preços insanos. A TAP vai resistindo à moda 'low cost', que embarateceu os voos também à custa do serviço, mas o futuro promete cada vez menos contato entre passageiros e assistentes.


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