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00:00 | 07/01

O trabalho aumenta e o sexo desaparece

Vivem alimentados pelo ego, o prazer maior do seu dia-a-dia. Vencem no trabalho, sobem a pulso a escadaria do sucesso e sentem no bolso a recompensa da dedicação. O relógio não pára, afinal, o tempo é precioso, por isso dedicam entre 10 a 14 horas diárias à empresa que lhes rouba a vida. A perigosa sedução do trabalho intensivo fê-los ganhar um nome: ‘workaholics’, ou melhor, viciados em trabalho. A factura, essa, é pesada: arruínam a vida sexual e, em grande parte dos casos, o casamento ou uma relação de anos.
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