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Correio da Manhã

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Embarque. Militares na placa da pista preparam-se para embarcar no C-130 para mais um salto. São inspeccionados os pára-quedas
Rastejar. Na pista de combate simula-se, rastejando sob arame farpado, a passagem de obstáculos
Tropas Especiais (I): Boinas verdes
Salto. Após um salto de pára-quedas, os recrutas reagrupam e tomam posições no terreno. A operação foi feita depois de os instrutores garantirem, no avião C-130, a segurança
Saltos. Nas torres de saltos treina-se a saída do avião. É aqui que o recruta sente pela primeira vez que não há  nada sob os pés
Salto para o galho é uma prova de decisão. Ou se salta ou não. Mas quem não salta nunca será pára-quedista
Pára-quedas. Dobragem do pára- quedas feita por especialistas, após os saltos, para que este esteja apto para voltar a ser usado
Água. No curso de sobrevivência criam-se, por exemplo, métodos rudimentares para filtrar águas como a das chuvas ou o orvalho
Armas. Na instrução de tiro, a arma que os recrutas usam é a G-3. Após o curso de Pára-quedismo passam a utilizar a GALIL
Embarque. Militares na placa da pista preparam-se para embarcar no C-130 para mais um salto. São inspeccionados os pára-quedas
Rastejar. Na pista de combate simula-se, rastejando sob arame farpado, a passagem de obstáculos
Tropas Especiais (I): Boinas verdes
Salto. Após um salto de pára-quedas, os recrutas reagrupam e tomam posições no terreno. A operação foi feita depois de os instrutores garantirem, no avião C-130, a segurança
Saltos. Nas torres de saltos treina-se a saída do avião. É aqui que o recruta sente pela primeira vez que não há  nada sob os pés
Salto para o galho é uma prova de decisão. Ou se salta ou não. Mas quem não salta nunca será pára-quedista
Pára-quedas. Dobragem do pára- quedas feita por especialistas, após os saltos, para que este esteja apto para voltar a ser usado
Água. No curso de sobrevivência criam-se, por exemplo, métodos rudimentares para filtrar águas como a das chuvas ou o orvalho
Armas. Na instrução de tiro, a arma que os recrutas usam é a G-3. Após o curso de Pára-quedismo passam a utilizar a GALIL
Embarque. Militares na placa da pista preparam-se para embarcar no C-130 para mais um salto. São inspeccionados os pára-quedas
Rastejar. Na pista de combate simula-se, rastejando sob arame farpado, a passagem de obstáculos
Tropas Especiais (I): Boinas verdes
Salto. Após um salto de pára-quedas, os recrutas reagrupam e tomam posições no terreno. A operação foi feita depois de os instrutores garantirem, no avião C-130, a segurança
Saltos. Nas torres de saltos treina-se a saída do avião. É aqui que o recruta sente pela primeira vez que não há  nada sob os pés
Salto para o galho é uma prova de decisão. Ou se salta ou não. Mas quem não salta nunca será pára-quedista
Pára-quedas. Dobragem do pára- quedas feita por especialistas, após os saltos, para que este esteja apto para voltar a ser usado
Água. No curso de sobrevivência criam-se, por exemplo, métodos rudimentares para filtrar águas como a das chuvas ou o orvalho
Armas. Na instrução de tiro, a arma que os recrutas usam é a G-3. Após o curso de Pára-quedismo passam a utilizar a GALIL

Tropas Especiais (I): Boinas verdes

Sangue-frio. Na Escola de Tropas Pára-quedistas em Tancos treina-se a capacidade de decisão que o militar deve ter no momento de abandonar o avião. Se um deles não saltar, os que estão atrás dele já não saltam – a missão fica em risco.

20 de Novembro de 2011 às 00:00

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