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Angola adia novo programa do FMI para aumentar despesa pré-eleitoral

Analistas escrevem que "o falhanço do partido no poder em garantir algumas promessas eleitorais levou a um declínio do apoio".
Lusa 3 de Outubro de 2021 às 09:49
Kwanzas
Kwanzas FOTO: Getty Images
A consultora Eurasia considerou este domingo que Angola não deverá pedir ao Fundo Monetário Internacional (FMI) um novo programa de assistência financeira devido à necessidade de aumentar a despesa pública antes das eleições, marcadas para o próximo ano.

"É pouco provável que Angola prossiga com um segundo programa do FMI até depois das eleições de 2022 devido ao aumento da pressão sobre a despesa pública para sustentar o apoio ao Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA, no poder)", lê-se num comentário à evolução da situação económica no país.

No comentário, enviados aos clientes e a que a Lusa teve acesso, os analistas escrevem que "a retirada dos subsídios, o abrandamento da economia angolana e o falhanço do partido no poder em garantir algumas promessas eleitorais levou a um declínio do apoio nos tradicionais bastiões".

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