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Cerimónias fúnebres de Sindika Dokolo, marido de Isabel dos Santos, em Angola

Missa fúnebre realiza-se hoje em Luanda, Kinshasa e Londres.
Correio da Manhã e Lusa 17 de Novembro de 2020 às 09:26
Cerimónias fúnebres de Sindika Dokolo, marido de Isabel dos Santos, em Angola
Cerimónias fúnebres de Sindika Dokolo, marido de Isabel dos Santos, em Angola
Sindika Dokolo e Isabel dos Santos
Cerimónias fúnebres de Sindika Dokolo, marido de Isabel dos Santos, em Angola
Cerimónias fúnebres de Sindika Dokolo, marido de Isabel dos Santos, em Angola
Sindika Dokolo e Isabel dos Santos
Cerimónias fúnebres de Sindika Dokolo, marido de Isabel dos Santos, em Angola
Cerimónias fúnebres de Sindika Dokolo, marido de Isabel dos Santos, em Angola
Sindika Dokolo e Isabel dos Santos
A missa fúnebre em memória do empresário congolês Sindika Dokolo, que morreu a 29 de outubro realiza-se esta terça-feira, 17 de novembro, a partir das 09h00, em simultâneo em Luanda, Kinshasa e Londres.

Isabel dos Santos, filha do ex-presidente angolano, José Eduardo dos Santos, casada com Sindika Dokolo agradeceu, em nome da família, "pelo apoio" que lhes tem sido dado, "crucial" para ajudar a suportar esta dor. "Tem sido muito difícil aceitar esta perda inesperada e as vossas palavras enchem o nosso coração", reconheceu a empresária.

Sindika Dokolo, empresário e colecionador de arte, era casado desde 2002 com Isabel dos Santos, de quem teve quatro filhos.

Nasceu em 1972 no antigo Zaire, atual República Democrática do Congo (RDCongo), filho do banqueiro Augustin Dokolo Sanu, e da sua segunda mulher, a dinamarquesa Hanne Taabbel.

Crítico dos quase 20 anos do regime do Presidente Joseph Kabila na RDC, Sindika Dokolo esteve cerca de cinco anos no exílio, devido aos processos movidos contra si em Kinshasa, regressando ao país em maio de 2019, meses depois da vitória presidencial do opositor Félix Tshisekedi, em dezembro de 2018.

O casal é suspeito de ter lesado o Estado angolano em milhões de dólares e foi alvo em dezembro de 2019 de arresto de bens e participações sociais em empresas, por determinação do Tribunal Provincial de Luanda.

Ambos negaram sempre as acusações.

Sindika Dokolo morreu quando praticava uma forma de mergulho, localmente conhecida como 'al-hivari', que não utiliza equipamento de respiração e assenta na utilização exclusiva do ar existente nos pulmões.

A polícia do Dubai declarou entretanto que não suspeita de qualquer "ato criminoso" na morte do empresário.

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