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Ex-presidente do parlamento são-tomense diz que assalto ao quartel foi "montagem" para o acusar

Delfim Neves foi libertado com termo de identidade e residência e obrigatoriedade de apresentação periódica às autoridades.
Lusa 30 de Novembro de 2022 às 19:56
Delfim Neves
Delfim Neves FOTO: Nuno Veiga/Lusa
O ex-presidente do parlamento são-tomense Delfim Neves afirmou esta quarta-feira que o assalto ao quartel-general militar, na sexta-feira, foi "uma montagem" para o acusar e pediu a intervenção da comunidade internacional perante "a perseguição para aniquilação física" de opositores políticos.

"Isso foi uma montagem apenas para acusar Delfim Neves e supostamente Arlécio Costa", declarou Delfim Neves, que foi libertado na terça-feira, com termo de identidade e residência e obrigatoriedade de apresentação periódica às autoridades, depois de ter sido preso pelos militares, ao início da manhã de sexta-feira, por alegadamente ter sido identificado como um dos mandantes do ataque.

"Quero apelar à população para estar atenta. (...) Se não houver uma forma de travar esta onda de ações maquiavélicas, garanto-vos que não vamos parar por aqui. As próximas vítimas que neste momento ainda continuam na lista vão desaparecer sem rasto", afirmou, numa conferência de imprensa.

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