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Correio da Manhã

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Morreram mais duas das vítimas da explosão de uma caldeira em Cabinda

Mantêm-se ainda internadas mais cinco pessoas.
Lusa 23 de Setembro de 2019 às 18:31
Uma das vítimas da explosão em Cabinda morreu
Uma das vítimas da explosão em Cabinda morreu
Uma das vítimas da explosão em Cabinda morreu
Cabinda, em Angola
Cabinda, em Angola
Uma das vítimas da explosão em Cabinda morreu
Uma das vítimas da explosão em Cabinda morreu
Uma das vítimas da explosão em Cabinda morreu
Cabinda, em Angola
Cabinda, em Angola
Uma das vítimas da explosão em Cabinda morreu
Uma das vítimas da explosão em Cabinda morreu
Uma das vítimas da explosão em Cabinda morreu
Cabinda, em Angola
Cabinda, em Angola
Um cidadão angolano e um chinês, que ficaram gravemente feridos na sequência da explosão de uma caldeira, na província angolana de Cabinda, morreram esta segunda-feira de madrugada, em Luanda, elevando para três o número de vítimas mortais.

De acordo com o último boletim da Clínica Girassol, mantêm-se internados nesta unidade hospitalar cinco pacientes, "em estado crítico e com prognóstico reservado", de um total de 15 sinistrados.

Outros cinco sobreviventes foram transferidos para o Hospital Neves Bendinha (Hospital dos Queimados) e os dois restantes para a Clínica Multiperfil.

Todas as vítimas, 11 cidadãos chineses e quatro angolanos, que trabalhavam na fábrica chinesa "Nzambi Yami" sofreram "queimaduras graves de II e III graus".

O acidente, aconteceu no sábado, cerca das 14:45, na localidade de Chiaze (província de Cabinda) e deveu-se ao sobreaquecimento de uma "caldeira rudimentar" onde estava a ser processado o alcatrão.

As vítimas trabalhavam na empresa chinesa de produção de betão betuminoso e têm entre 26 e 60 anos, segundo uma fonte da proteção civil.
Cabinda Luanda acidentes e desastres acidente industrial questões sociais
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