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Polícia esfaqueia vizinha e dispara em hospital por suspeitar de traição

Agente angolano matou três pessoas e feriu outras duas.
Lusa 9 de Setembro de 2019 às 14:33
Polícia angolana
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Um polícia angolano está a ser acusado da morte de três pessoas e do ferimento de duas outras, na província do Cuanza Sul, por suposta questão passional, anunciaram esta segunda-feira as autoridades locais.

O incidente ocorreu na noite de domingo, quando o agente da polícia invadiu o hospital da vila do Ebo, província do Cuanza Sul, tendo disparado contra pacientes e um enfermeiro.

Segundo o diretor provincial do Serviço de Investigação Criminal (SIC), Oliveira de Almeida, o polícia já se encontra detido.

A situação terá começado com o agente, que se encontrava de folga, a desferir golpes de arma branca contra uma vizinha, que alegadamente estaria a insinuar que a sua mulher o traiu.

Na sequência, a vítima terá procurado por cuidados médicos naquela unidade sanitária, tendo o polícia, de 34 anos, ido ao comando municipal da polícia buscar a arma com que cometeu o crime.

Quando chegou ao hospital, o polícia começou a efetuar os disparos indiscriminadamente, que atingiram um enfermeiro em serviço, o acompanhante de um doente e um outro paciente, que acabaram por morrer, além de um outro doente e a cozinheira do hospital, que ficaram feridos.

"Trata-se de um ato isolado, de uma indisciplina cometida por um agente da polícia, o mesmo foi detido e responde pelo ato, são questões passionais", referiu o responsável do SIC, em declarações à rádio pública angolana.
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