Correio da Manhã

Nova Iorque e o mundo mudaram para sempre há 16 anos
Foto Russell Boyce/Reuters
Apesar de o aparecimento de sobreviventes nos escombros dos edifícios ser raro, muitos colocaram fotografias dos desaparecidos numa tentativa desesperada de os reencontrar
Foto Win McNamee/Reuters
George W. Bush estava muito longe, numa escola infantil em Sarasota (Florida), quando o chefe de gabinete Andrew Card lhe explicou o que tinha acontecido
Foto Reuters
Bombeiros e polícias de Nova Iorque sofreram centenas de baixas nessa manhã, visto que muitos entraram nos edifícios para tentar controlar os incêndios e descobrir sobreviventes
Foto Peter Morgan/Reuters
Nova-iorquinos observaram em pânico o que estava a acontecer na cidade
Foto Shannon Stapleton/Reuters
Queda dos edifícios provocou uma chuva de detritos altamente tóxicos que cobriram da cabeça aos pés quem estava naquela parte da ilha de Manhattan. Anos mais tarde os efeitos continuam a sentir-se
Casal Obama e Bush unidos na homenagem às vítimas do 11 de Setembro
Polícia e bombeiros de Nova Iorque também estiveram presentes na cerimónia
Obama e Michelle surgiram vestidos de negro
Foto Reuters
Milhões de pessoas de todo o Munod assistiram em directo, através da televisão, ao momento em que o Boeing 767, que levava 65 pessoas a bordo, explodiu no interior do arranha-céus
Foto Shannon Stapleton/Reuters
Em Times Square, no coração de Manhattan, uma multidão seguiu aterrorizada o que estava a acontecer a poucas dezenas de quarteirões
Foto Reuters
Apesar de ter sido atingida mais tarde, a Torre Norte sofreu danos estruturais mais graves e acabaria por ser a primeira a colapsar
Foto Ray Stubblebine/Reuters
Momento da queda das Torres Gémeas gelou o sangue daqueles que estavam do outro lado do rio
Unidos e de lágrimas nos olhos, muitos anónimos recordaram as vítimas do 11 de Setembro de 2001
Foto Ray Stubblebine/Reuters
Linha de horizonte de Manhattan alterou-se de forma radical e a cidade ficou dominada pela ausência dos maiores edifícios do Mundo
Foto Peter Morgan/Reuters
Ataque aos EUA criou uma onda de patriotismo que culminou num forte apoio inicial às intervenções militares no Afeganistão e no Iraque
Foto Jeff Christensen/Reuters
A Torre Sul desmoronou como um castelo de cartas às 09h59. Às 10h28 sucedeu o mesmo à Torre Norte
Foto Reuters
Na manhã de 11 de Setembro de 2001 era esta a terrível vista de Manhattan. Atrás da ponte de Brooklyn, as Torres Gémeas do World Trade Center estavam já em chamas após serem atingidas por aviões. Mas o pior ainda estava por acontecer
Foto Reuters
Centenas de pessoas ficaram encurraladas nos andares mais altos das duas torres. Muitos preferiram atirar-se de uma altura de centenas de metros em vez de morrerem queimados
Foto Russell Boyce/Reuters
Bin Laden, líder da organização terrorista al-Qaeda e arquitecto dos atentados, transformou-se no inimigo n.º1 dos EUA. Mas só foi encontrado e executado em 2011
Muitos escolheram o dia 11 de Setembro para visitarem, emocionados, memorial
Foto Larry Downing/Reuters
Enquanto as Torres Gémeas ardiam, o voo 77 da American Airlines chocava contra o edifício do Pentágono, perto de Washington
George Pataki e Anthula Kasimatida juntos ao memorial às vítimas do 11 de Setembro
Foto Shannon Stapleton/Reuters
Uma das vítimas mortais no World Trade Center foi o capelão dos bombeiros Mychal Judge, esmagado por destroços quando estava junto a um homem moribundo
Foto Tim Shaffer/Reuters
Eram 10h03 quando o voo 93 caiu perto de Shanksville, na Pensilvânia, antes de conseguir embater no Capitólio. Os reféns tomaram conhecimento do que se estava a passar ao telefonarem para as famílias e tentaram retomar o controlo do avião
Foto Reuters
A Torre Norte do World Trade Center foi atingida pelo voo 11 da American Airlines às 08h46. Minutos depois, às 09h03, o voo 175 da United Airlines embateu na Torre Sul
Por Daniela Vilar Santos | 11:06
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Ataque às Torres Gémeas, a 11 de setembro de 2001, matou quase três mil pessoas.

Foi há 16 anos que o mundo parou para ver as Torres Gémeas do World Trade Center, nos EUA, cair. Foi há exatamente 16 anos que os olhos do mundo se colaram às televisões e que Nova Iorque se viu devastada com quase três mil mortes.

A 11 de setembro de 2001, 19 terroristas sequestraram quatro aviões com o objetivo de atacar os EUA. Às 8h45 a Torre Norte do World Trade Center foi atingida pelo Voo 11 da American Airlines. Às 9h03 a Torre Sul foi atingida pelo voo 175 da United Airlines e às 9h37 o Pentágono foi atingido pelo voo 77 da American Airlines. O quarto avião despenhou-se às 10h03 numa zona rural da Pensilvânia, depois dos passageiros tentarem recuperar o controlo do aparelho.

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Assim se começou a escrever uma das páginas mais negras da história. Al-Qaeda, na altura liderada por Osama Bin Laden, destruiu dois dos edifícios mais altos do mundo e matou 2977 pessoas, de oitenta nacionalidades diferentes. Entre as vítimas estavam 343 bombeiros, 23 polícias e 23 oficiais da Autoridade Marítima.

O presidente norte-americano, George W.Bush, que se encontrava a fazer uma visita a uma escola na Florida quando se deram os ataques, respondeu com uma campanha militar contra o terrorismo a nível global: "Guerra ao Terror". O presidente falou à nação, nessa mesma noite, a partir da Casa Branca, em Washington: "Não faremos distinção entre os terroristas que cometeram estes atos e os que os apoiaram", disse Bush.

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O clima de insegurança instalou-se nos EUA e no mundo. Começou a ocupação de países que alegadamente acolhiam grupos terroristas. Os EUA invadiram o Afeganistão em 2001 e o Iraque em 2003.
Foto Russell Boyce/Reuters
Apesar de o aparecimento de sobreviventes nos escombros dos edifícios ser raro, muitos colocaram fotografias dos desaparecidos numa tentativa desesperada de os reencontrar
Foto Win McNamee/Reuters
George W. Bush estava muito longe, numa escola infantil em Sarasota (Florida), quando o chefe de gabinete Andrew Card lhe explicou o que tinha acontecido
Foto Reuters
Bombeiros e polícias de Nova Iorque sofreram centenas de baixas nessa manhã, visto que muitos entraram nos edifícios para tentar controlar os incêndios e descobrir sobreviventes
Foto Peter Morgan/Reuters
Nova-iorquinos observaram em pânico o que estava a acontecer na cidade
Foto Shannon Stapleton/Reuters
Queda dos edifícios provocou uma chuva de detritos altamente tóxicos que cobriram da cabeça aos pés quem estava naquela parte da ilha de Manhattan. Anos mais tarde os efeitos continuam a sentir-se
Casal Obama e Bush unidos na homenagem às vítimas do 11 de Setembro
Polícia e bombeiros de Nova Iorque também estiveram presentes na cerimónia
Obama e Michelle surgiram vestidos de negro
Foto Reuters
Milhões de pessoas de todo o Munod assistiram em directo, através da televisão, ao momento em que o Boeing 767, que levava 65 pessoas a bordo, explodiu no interior do arranha-céus
Foto Shannon Stapleton/Reuters
Em Times Square, no coração de Manhattan, uma multidão seguiu aterrorizada o que estava a acontecer a poucas dezenas de quarteirões
Foto Reuters
Apesar de ter sido atingida mais tarde, a Torre Norte sofreu danos estruturais mais graves e acabaria por ser a primeira a colapsar
Foto Ray Stubblebine/Reuters
Momento da queda das Torres Gémeas gelou o sangue daqueles que estavam do outro lado do rio
Unidos e de lágrimas nos olhos, muitos anónimos recordaram as vítimas do 11 de Setembro de 2001
Foto Ray Stubblebine/Reuters
Linha de horizonte de Manhattan alterou-se de forma radical e a cidade ficou dominada pela ausência dos maiores edifícios do Mundo
Foto Peter Morgan/Reuters
Ataque aos EUA criou uma onda de patriotismo que culminou num forte apoio inicial às intervenções militares no Afeganistão e no Iraque
Foto Jeff Christensen/Reuters
A Torre Sul desmoronou como um castelo de cartas às 09h59. Às 10h28 sucedeu o mesmo à Torre Norte
Foto Reuters
Na manhã de 11 de Setembro de 2001 era esta a terrível vista de Manhattan. Atrás da ponte de Brooklyn, as Torres Gémeas do World Trade Center estavam já em chamas após serem atingidas por aviões. Mas o pior ainda estava por acontecer
Foto Reuters
Centenas de pessoas ficaram encurraladas nos andares mais altos das duas torres. Muitos preferiram atirar-se de uma altura de centenas de metros em vez de morrerem queimados
Foto Russell Boyce/Reuters
Bin Laden, líder da organização terrorista al-Qaeda e arquitecto dos atentados, transformou-se no inimigo n.º1 dos EUA. Mas só foi encontrado e executado em 2011
Muitos escolheram o dia 11 de Setembro para visitarem, emocionados, memorial
Foto Larry Downing/Reuters
Enquanto as Torres Gémeas ardiam, o voo 77 da American Airlines chocava contra o edifício do Pentágono, perto de Washington
George Pataki e Anthula Kasimatida juntos ao memorial às vítimas do 11 de Setembro
Foto Shannon Stapleton/Reuters
Uma das vítimas mortais no World Trade Center foi o capelão dos bombeiros Mychal Judge, esmagado por destroços quando estava junto a um homem moribundo
Foto Tim Shaffer/Reuters
Eram 10h03 quando o voo 93 caiu perto de Shanksville, na Pensilvânia, antes de conseguir embater no Capitólio. Os reféns tomaram conhecimento do que se estava a passar ao telefonarem para as famílias e tentaram retomar o controlo do avião
Foto Reuters
A Torre Norte do World Trade Center foi atingida pelo voo 11 da American Airlines às 08h46. Minutos depois, às 09h03, o voo 175 da United Airlines embateu na Torre Sul

Portugueses nas Torres Gémeas
Também Portugal se encontrava na lista das nacionalidades das vítimas que perderam a vida nas Torres Gémeas.

António Rocha, de 34 anos, trabalhava no 105º andar da Torre Norte. Ligou à mulher para a tranquilizar quando o primeiro avião embateu no edifício: "Um avião bateu contra o World Trade Center, há fogo, muito fumo, mas não te assustes...", foram as últimas palavras de António.

António Rodrigues, de 36 anos, morreu quando tentou ir aos pisos subterrâneos buscar máscaras e garrafas de oxigénio quando ajudava na evacuação da Torre Sul.

Manuel da Mota, de 43 anos, estava a trabalhar na instalação de um novo restaurante no topo da Torre Norte.

João Aguiar Costa, de 30 anos, era há duas semanas vice-presidente de uma corretora financeira e trabalhava no 87º andar da Torre Sul.

Carlos da Costa, tinha 41 anos, e trabalhava na Autoridade Marítima. Morreu quando ajudava a retirar pessoas da Torre Sul.

A morte do homem mais procurado do mundo: Osama Bin Laden
A morte do líder de Al-Qaeda fez estremecer o mundo. Bin Laden foi capturado e morto num complexo residencial em Abbottabad, no norte do Paquistão, a 2 de maio de 2011.

Depois da morte ter sido anunciada pelo presidente norte-americano, milhares de pessoas saíram à rua para festejar.

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