11 de Setembro foi há 15 anos

Ataques terroristas na América fizeram quase 3 mil mortos.

11 de setembro de 2016 às 01:51
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Era mais uma esplendorosa manhã de fim de verão em Nova Iorque. À hora em que a cidade começava o dia de trabalho, dá-se o primeiro embate. Pelas 8h46 do dia 11 de setembro de 2001, o voo da American Airlines que saíra de Boston com destino a Los Angeles despenha-se contra a torre norte do World Trade Center, matando as 92 pessoas que seguiam a bordo, incluindo os cinco terroristas da Al Qaeda que desviaram o aparelho.

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É já com as televisões de todo o mundo a transmitir o terrível incêndio em direto que se dá o segundo embate. A torre sul do World Trade Center é atingida às 9h03. O Boeing  767 da United Airlines choca contra o edifício matando os 65 passageiros e tripulação a bordo, incluindo outros cinco terroristas do grupo de Osama Bin Laden. Parecia uma repetição televisiva do primeiro embate. Mas não, era mesmo um segundo ataque. Ataque. Toda a gente percebe então que o que estavam a ver na televisão não era um acidente.

Naquela frenética manhã, as más notícias não se ficam por aqui. Às 9h37, o voo 77 da American Airlines despenha-se no edifício do Pentágono, na Virgínia, sede do Departamento de Defesa americano. Seguiam a bordo 64 pessoas, incluindo os cinco terroristas que desviaram o avião que saiu da Virgínia com destino a Los Angeles. Morreram outras 124 pessoas que estavam no edifício.

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Pelas 10h03, chega a notícia de um quarto avião caído. O voo 93 da United Airlines despenha-se numa zona rural da Pensilvânia, matando 44 pessoas. Soube-se depois dos acontecimentos dramáticos que tiveram lugar a bordo. Quatro terroristas tomaram o avião mas vários passageiros conseguiram fazer chamadas para familiares e amigos e perceberam as intenções dos sequestradores. Houve uma batalha a bordo que culminou com o gesto dos terroristas de apontar o avião ao solo antes de chegar ao objetivo. Que seria a Casa Branca ou o Capitólio, em Washington - o alvo certo não chegou a ser determinado.

Choque e pavor

Naquele dia, o mundo estremeceu. As televisões mostraram o presidente George W. Bush, estarrecido com o que lhe segredavam ao ouvido, a ser levado pelos agentes  serviços secretos de uma escola da Florida, onde falava a um grupo de crianças. A América está em guerra, anunciou-se horas depois.

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As torres do World Trade Center, símbolo da prosperidade de Nova Iorque e da América ruíram em direto poucas horas depois. Temia-se que o número de mortes ultrapassasse as dezenas de milhares, mas o balanço oficial ficou-se pelas 2996 vítimas, com nacionalidades de todo o mundo.

Aquele dia marcou uma nova era. Em que os cidadãos do Ocidente perceberam que a paz conquistada após a queda da cortina de ferro era apenas provisória. Os fanáticos que matam em nome do Islão atingiam o ponto máximo de uma guerra sem quartel que continua a vitimar milhares de pessoas, a maioria em países que têm como religião oficial a fé de Maomé.

Os ataques posteriores em Londres, Madrid, ou, mais recentemente, em Bruxelas e Paris, trouxeram uma mudança radical na maneira como vivemos as questões de segurança. Mas foi a 11 de Setembro de 2011 que percebemos que ninguém está a salvo. Foi há 15 anos.

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