Adeus a George Floyd marcado pela emoção

“É hora de celebrar a sua vida”, afirmou a pastora Mia Wright durante a cerimónia.

10 de junho de 2020 às 09:23
Funeral de George Floyd Foto: Reuters
Funeral de George Floyd Foto: Reuters
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A cerimónia fúnebre esta terça-feira realizada na igreja Fountain of Praise (Fonte do Louvor), em Houston, Estados Unidos, representou uma "celebração da vida" de George Floyd, como afirmou a pastora Mia Wright. As centenas de pessoas que marcaram presença recordaram o cidadão afro-americano, de 46 anos, morto pela polícia, com música, vídeos e muita emoção.

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Além das manifestações de indignação perante o crime e os vários pedidos para que este caso possa finalmente trazer diferenças para a luta racial, não só no país mas no mundo, vários familiares e amigos de Floyd relembraram-no como um homem meigo, gentil e um desportista.

O reverendo Al Sharpton foi novamente o responsável por dirigir a cerimónia religiosa, que também ficou marcada pelo uso obrigatório de máscaras de proteção devido à pandemia de Covid-19. Após as celebrações na igreja, o cortejo seguiu para o cemitério Houston Memorial Gardens, no subúrbio de Pearland, onde Floyd foi enterrado ao lado da mãe, Larcenia. Aí, a cerimónia foi apenas destinada a familiares e amigos próximos.

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O funeral aconteceu um dia depois de seis mil pessoas terem comparecido a um velório público, também em Houston, para prestar homenagem a Floyd, com o caixão aberto.

Floyd Mayweather, ex-campeão de boxe, ofereceu-se para pagar os serviços funerários, oferta que a família aceitou. O cheque foi passado no valor de 79 mil euros.

PORMENORES

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Conspiração de Trump

Donald Trump sugeriu esta terça-feira, na sua conta de Twitter, que o manifestante de 75 anos que foi ferido após ter sido empurrado pela polícia em Buffalo, no estado de Nova Iorque, pode ter encenado esse episódio. Trump diz que será um "provocador da Antifa [movimento antifascista]".

"Não consigo respirar"

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Um vídeo divulgado segunda-feira pela polícia de Austin, no Texas, mostra a detenção de Javier Ambler, em 2019, um cidadão afro-americano que acabou por morrer às mãos da polícia depois de dizer várias vezes que não conseguia respirar.

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