A superequipa da princesa

Hewitt era um amante maravilhoso. Como escreveu em ‘Confidências Reais’ o fidelíssimo mordomo Paul Burrel, “ele ajudou Diana a ter orgasmos de uma verdade e intensidade como ela nunca sentira na vida”.

16 de agosto de 2007 às 00:00
A superequipa da princesa Foto: d.r.
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Para tranquilidade pessoal, num romance que durou uns cinco anos, a princesa decidiu, porém, constituir uma superequipa de servidores mais próximos. Um dos convites essenciais foi feito a Burrell, que tinha a cargo a casa de campo de Highgrove, reduto favorito de Carlos a 220 km de Londres, onde Diana habitava no Palácio de Kensington, mas apenas a um décimo da distância da residência da amiga Camilla Parker-Bowles.

Trazer Burrell para a sua beira foi fácil. Diana era amiga e confidente da mulher dele, Maria Cosgrove, praticamente desde o primeiro dia em que pusera os pés no Palácio de Buckingham, e adorava-a como ‘a patroa’.

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Diana teve também sorte com um azar fatal do chefe da sua segurança. O inspector-chefe Graham Smith começou a sofrer de uma tosse persistente e a queixar-se da garganta. Não era amigo de ir ao médico e demorou a tratar de uma consulta. Quando foi era demasiado tarde. Diagnosticaram-lhe um cancro e a medida imediata foi abandonar o serviço. Deu campo livre ao avanço de Ken Wharfe, que começara por cuidar de William e Harry e a ganhar um lugar nas simpatias de Diana.

Discreto e seguro, era a pessoa que ela não se importava que a ouvisse gritar com Carlos – “Vai-te lixar mais os teus malditos amigos, que se lixem que não são meus amigos”, sempre com muitos ‘fuck’ – nem que ficasse a par dos “mais estranhos aspectos da sua vida, incluindo os muito íntimos”.

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