"Ameaça colonial": governo venezuelano rejeita declarações de Trump sobre espaço aéreo do país

Republicano declarou este sábado o encerramento "total" do espaço aéreo da Venezuela.

29 de novembro de 2025 às 20:00
Presidente venezuelano, Nicolás Maduro com o ministro da Defesa, Vladimir Padrino López Foto: AP
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O governo venezuelano rejeitou "veementemente" este sábado as declarações do presidente norte-americano, Donald Trump, referentes ao encerramento "total" do espaço aéreo da Venezuela.

"A todas as companhias aéreas, pilotos, traficantes de drogas e traficantes de seres humanos, considerem que O ESPAÇO AÉREO SOBRE E AO REDOR DA VENEZUELA ESTÁ TOTALMENTE FECHADO", pode ler-se na publicação do republicano na Truth Social.

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O governo da Venezuela considerou que a afirmação de Trump é uma "ameaça colonial" que visa enfraquecer "integridade territorial, a segurança aeronáutica e a plena soberania" daquele país, cita a AP.

De acordo com o ministério das Relações Exteriores da Venezuela, as "declarações constituem um ato hostil, unilateral e arbitrário".

O presidente dos EUA já anunciou que estará para "breve" o início das operações terrestres na Venezuela.

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