Ativista Khadija Amin diz que UE não quer saber das mulheres e raparigas do Afeganistão
Jornalista e ativista afegã diz que o "'apartheid' por razões de sexo'" aumenta no país, em particular contra as meninas.
A jornalista e ativista afegã Khadija Amin denunciou esta quinta-feira que a União Europeia (UE) perdeu o interesse nas mulheres do Afeganistão, acentuando que o "'apartheid' por razões de sexo'" aumenta no país, em particular contra as meninas.
"A Europa não tem qualquer interesse. Abandonou as mulheres do Afeganistão", afirmou Khadija Amin, que preside à associação Esperança de Liberdade, durante um evento em Madrid, organizado pelo Clube das 25, dirigido pela advogada e ex-deputada Cristina Almeida.
A sua intervenção decorreu na sede da Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento, onde se reuniram peritas jurídicas e dos direitos humanos, bem como refugiadas, para dar visibilidade à situação que sofrem as mulheres e as meninas sob o regime talibã.
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