Autópsia a futebolista brasileiro assassinado revela que este terá sido castrado vivo

Daniel Correa foi encontrado morto numa zona de mato no Paraná, Brasil.

26 de novembro de 2018 às 22:21
Daniel Correa Foto: EPA
Homicida confesso e a mulher Foto: EPA
Daniel Corrêa Foto: EPA
Futebolista brasileiro de 24 anos encontrado morto em zona de mato no Brasil Foto: Facebook

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Daniel Correa foi encontrado morto com os órgãos genitais mutilados num matagal perto de Curitiba, no Brasil, no final do dia 27 de outubro. Um mês depois da sua morte os contornos do crime estão a chocar os brasileiros. 

Os investigadores do caso encontraram vestígios de sangue nas paredes e no chão do quarto do casal suspeito do crime, Cristiana Brittes e Edison Brittes Júnior, sugerindo que Daniel foi espancado enquanto ainda estava no quarto principal. Havia manchas de sangue na garagem e no carro de Brittes e sinais de uma tentativa de limpar as provas.

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Brittes inicialmente disse numa confissão feita na televisão brasileira de que ele tinha aberto a porta com o ombro. Mas durante o interrogatório da polícia, ele mudou a história, alegando que ele entrou pela janela. Edison Brittes alegava que Daniel Correa tinha tentado violar a sua mulher.

Um relatório forense da Polícia Científica do Paraná e do Instituto Médico Legal indicou que a causa da morte foi um 'golpe' no pescoço, mas deixa no ar dúvidas sobre se a castração ocorreu ainda com o jogador vivo ou não.

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o delegado da investigação do caso,

Trevisan classificou Edison Brittes, o assassino confesso, como um "psicopata".

O homicídio ocorreu após a festa de aniversário de 18 anos da filha do empresário. Sete pessoas foram indiciadas na morte do brasileiro.

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