Bolsonaro diz que irmão "não será chanceler" e que cargo para o pai "não está no radar" caso vença as presidenciais
Filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro assumiu ainda que, caso a mudança pelo fim da reeleição não seja feita pelo Congresso brasileiro, ele não será candidato a reeleição nas eleições gerais de 2030.
Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal (PL), afirmou que o irmão Eduardo não será ministro das Relações Exteriores do Brasil e que "não está no radar" nomear o pai para cargos, caso vença as presidenciais de 25 de outubro.
A declaração ocorreu na noite de sexta-feira durante uma sessão de perguntas na TV Globo, ocasião em que voltou a afirmar que, caso seja eleito, apoiará uma mudança na Constituição brasileira para acabar com a reeleição e que não fará alterações para que familiares o sucedam no cargo.
O filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro assumiu ainda que, caso a mudança pelo fim da reeleição não seja feita pelo Congresso brasileiro, ele não será candidato a reeleição nas eleições gerais de 2030.
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