Brasil: Advogada encomenda a própria morte
Uma advogada de Penápolis, no Brasil, encomendou a sua própria morte, pagando dois mil reais a dois homens. Um dos homicidas de Giovana Mathias Manzano, 35 anos ,já confessou o crime. Um jovem de 18 anos, cujo nome não foi divulgado, participou no homicídio.
Giovana foi morta nopassado dia 14 de Junho com três tiros. O carro foi incendiado num descampado. Deixou uma carta de despedida para a família, o que levou a polícia com a hipótese de que ela sabia que iria morrer.
Durante as investigações, a polícia afirma que recebeu informações de que a vítima teria sido vista num bairro conhecido pela venda de droga. A pessoa foi identificada e afirmou ter sido procurada por Giovana. A advogada teria mencionado o interesse em conhecer um criminoso.
Ontem, após ser preso disse que a vítima contratou o serviço por 20 mil reais, mas teria entregado apenas dois mil num envelope. Segundo o delegado Mauro Gabriel, responsável pelo caso, o autor disse que a mulher alegou estar com problemas particulares e por isso contratou o crime.
A advogada foi casada até Fevereiro deste ano. Após a separação, entrou em depressão e estava agora a receber tratamento psiquiátrico, segundo informações de familiares.
CRIME
Giovana e os dois homens encontraram-se por volta das 23h00 do dia 13, no centro da cidade, logo após ela deixar o curso de preparação para concursos que frequentava. Ela mesma escolheu o local onde seria o crime e conduziu seu veículo, um Gol 2011, até ao descampado. Saiu do carro, caminhou e levou os três tiros.
Macedo confessou ter dado um tiro na cabeça da vítima quando ela ainda estava de pé e efectuado os outros dois disparos quando ela já estava caída no chão. O cúmplice acompanhou a acção e ateou fogo no carro, também a pedido de Giovana.
Macedo deixou a cadeia no dia 18 de Maio deste ano, onde estava preso por tráfico de drogas. Foi detido e está agora na cadeia de Penápolis. Será indiciado por homicídio qualificado e também por crime de incêndio.
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