Catálogo de Bowie vendido por 221 milhões de euros

Editora Warner passa a deter todos os direitos sobre os 26 álbuns de estúdio do cantor.

05 de janeiro de 2022 às 08:22
/fotospublicadas/Fotos/2-13155394 (12460724) (Milenium) Foto: Reuters
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Os herdeiros de David Bowie receberam 221 milhões de euros da editora Warner Music para venderem (e assim abdicarem) de todos os direitos do catálogo discográfico do cantor que morreu em janeiro de 2016. O negócio inclui todo o trabalho de David Bowie, abrangendo centenas de canções dos 60 anos de carreira do artista, entre as quais ‘Space Oddity’, ‘Changes’, ‘Life on Mars?’, ‘Ziggy Stardust’, ‘Starman’, ‘Golden Years’, ‘Heroes’, ‘Ashes to Ashes’, ‘Modern Love’ ou ‘Let’s Dance’.

O acordo inclui ainda canções dos 26 álbuns de estúdio de David Bowie, bem como do álbum de estúdio póstumo ‘Toy’, dois álbuns de estúdio de Tin Machine, grupo de que fez parte entre 1988 e 1992, e temas editados como ‘singles’ de bandas sonoras e outros projetos. Segundo o jornal ‘The Guardian’, as vendas póstumas dos álbuns de Bowie aumentaram 5000% nos EUA e a escuta de canções na plataforma Spotify 2700%.

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A venda do catálogo de David Bowie vem na linha de muitos negócios semelhantes que têm sido feitos nos últimos anos por grandes nomes da música. Em dezembro, Bruce Springsteen vendeu o seu catálogo à editora Sony por 443 milhões €, dois meses depois de Tina Turner ter feito negócio com a sua obra por 42 milhões € também com a Sony. Em 2020, já Bob Dylan tinha vendido mais de 600 canções por 266 milhões de euros € à Universal Music. Neil Young, Paul Simon ou Stevie Nicks também já venderam os direitos das suas obras.

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