CONDENADO A PERPÉTUA PELOS ATENTADOS EM BALI

Um tribunal indonésio condenou um militante islâmico a prisão perpétua por ter participado no fabrico das bombas que, em Outubro de 2002, destruíram por completo dois clubes nocturnos na Ilha de Bali, matando 202 pessoas.

09 de fevereiro de 2004 às 12:34
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Suranto Abdul Ghoni, também conhecido por Umar e Wayan, foi considerado culpado de actos de terror. O tribunal considerou provado que o arguido participou na conspiração e teve um papel activo no fabrico das bombas usadas em Bali.

Três outros militantes islâmicos foram já condenados à morte pelos atentados de Outubro de 2002 e mais de duas dúzias foram condenados a penas que variam entre os três anos de prisão e a perpétua. Há uma série de suspeitos detidos e à espera de julgamento, entre os quais não consta o presumível principal responsável pelo fabrico das bombas, o malaio Azahari.

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