‘Conto de fadas’ chega ao fim na Nova Zelândia com novos casos de Covid-19

Quarentena regressa após 102 dias sem novos casos.

12 de agosto de 2020 às 08:37
Jacinda Ardern Foto: Loren Elliott/Reuters
Lei visa travar êxodo do México Foto: Jose Luis González/Reuters

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A Nova Zelândia, o primeiro país a declarar-se ‘livre’ da Covid-19 e considerado como um exemplo mundial de eficácia no combate à pandemia, voltou esta terça-feira a confinar a sua maior cidade, Auckland, e decretou o alerta máximo em todo o país após o aparecimento dos primeiros casos de transmissão comunitária em 102 dias.

Até agora foram confirmados quatro casos de infeção, todos na mesma família, mas a origem do surto é desconhecida, o que faz as autoridades temerem que haja mais casos por detetar. Por precaução, a primeira-ministra Jacinda Ardern decretou o confinamento imediato de Auckland até ao final da semana, com os moradores aconselhados a ficarem em casa, as escolas fechadas e os ajuntamentos limitados a 10 pessoas.

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Até este novo surto, o país tinha pouco mais de 1500 infetados e 22 mortes, e não registava qualquer novo caso desde 1 de maio.

20 milhões de infetados

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O Mundo ultrapassou esta terça-feira a marca dos 20 milhões de infetados pelo novo coronavírus. O continente americano é o mais afetado, com cerca de metade das infeções, em grande parte devido aos EUA e ao Brasil, que representam quatro em cada dez casos mundiais.

França na direção errada

O PM francês Jean Castex avisou esta terça-feira que a taxa de infeção do país “está a ir na direção errada” e é preciso uma resposta coletiva para evitar que a situação fique fora de controlo.

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Alerta nos Países Baixos

O número de novos casos de infeção por coronavírus confirmados nos Países Baixos aumentou 55% numa semana, passando de 2588 para 4036.

As autoridades chinesas encontraram o novo coronavírus em embalagens de marisco congelado provenientes da cidade portuária de Dalian, onde foi registado um surto de Covid-19.

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Trump quer barrar americanos infetados

A administração Trump está a considerar a possibilidade de barrar a entrada no país de cidadãos norte-americanos ou residentes permanentes suspeitos de estarem infetados com o novo coronavírus. Entre os principais visados estarão milhares de pessoas com dupla nacionalidade mexicana e americana que têm fugido para os EUA devido ao avanço da pandemia no México. 

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