Dodi não era o pai do bebé de Diana
Diana de Gales estava grávida, de nove a dez semanas, quando morreu, mas o pai da criança não era o seu amante Dodi Al Fayed, também falecido na sequência do despiste da limusina em que ambos seguiam, em Paris. A tese é de um jornalista de investigação francês, Chris Laffaille, que sugere que o progenitor poderá ser um outro amante da princesa, o médico Hasnat Khan.
O repórter gaulês afirma ter descoberto provas da gravidez de Diana nos arquivos oficiais do hospital parisiense para onde a princesa foi transportada na fatídica noite de 31 de Agosto de 1997, após o embate da viatura onde seguia contra um pilar do Túnel de Pont’Alma. De acordo com Chris Laffaille, é “quase certo que Diana estava grávida quando morreu”.
A comprovar-se a veracidade desta informação – afirma Laffaille –, a criança não poderia ser de Dodi, já que este não se encontrou com a princesa nove semanas antes da sua morte. O bebé poderá – sugere – ter sido concebido durante o período em que Diana andava com o médico Hasnat Khan, em Londres.
A teoria do ex-redactor da ‘Paris Match’ foi avançada publicamente apesar das categóricas declarações proferidas por John Burton, antigo investigador da polícia britânica, que esteve presente durante os exames ‘post mortem’ efectuados a Diana. Segundo ele, Diana estava grávida. “Observei-lhe o útero”, disse.
Laffaille afirmou concordar com o veredicto do inquérito oficial francês de que Diane e Dodi foram vítimas de um acidente causado por excesso de velocidade e embriaguez do motorista, Henri Paul.
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