Dois polícias sul-coreanos alvo de investigação após debandada mortal em Seul
Mais de 150 pessoas morreram na celebração de Halloween.
A Agência de Polícia da Coreia do Sul vai pedir uma investigação ao comissário da zona de Yongsan, em Seul, e ao oficial responsável pela supervisão de emergências na área metropolitana da capital sul-coreana.
A decisão surgiu na sequência de críticas crescentes à inação da polícia para evitar uma debandada numa festa de Halloween, em Seul, no sábado, e na qual morreram mais de 150 pessoas, especialmente depois de ter sido divulgado que as autoridades receberam 11 chamadas de emergência a avisarem para a sobrelotação do espaço, quatro horas antes da tragédia, informou a agência de notícias sul-coreana Yonhap.
As autoridades devem criar uma equipa especial para investigar Lee Im-jae, o chefe da esquadra de Yongsan, que vigia o bairro de Itaewon - onde ocorreu o incidente -, e Ryu Mi-jin, responsável por acompanhar a situação na Agência de Polícia Metropolitana de Seul, por alegada negligência no exercício das funções, acrescentou a Yonhap.
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