Egipto: Turistas norte-americanas raptadas por beduínos foram libertadas
As duas turistas norte-americanas e o guia que foram raptados por beduínos, esta sexta-feira, foram libertados.
Os três já voltaram ao hotel na zona turística de Charm el-Cheikh, no mar Vermelho, onde foram recebidos pelo governador do Sinai Sul e pelo chefe de segurança.
Homens encapuzados e armados fizeram parar um autocarro de turismo depois deste deixar o mosteiro de Santa Catarina, no sul do Sinai, e roubaram relógios, telemóveis e dinheiro antes de levarem as duas mulheres e o guia.
As autoridades estiveram a negociar durante algumas horas com os raptores Salem Atwa e Salem Abu Khoshb, que exigiam a libertação de dois filhos de Khoshb, presos por acusações relacionadas com droga, informou um responsável da segurança.
Na terça-feira, beduínos retiveram durante 20 horas trabalhadores chineses de uma fábrica de cimento no norte do Sinai, reclamando a libertação de cinco presos detidos por envolvimento em atentados na península entre 2004 e 2006. De acordo com um responsável beduíno da região, as autoridades conseguiram que os chineses fossem libertados com a promessa de que os cinco presos estariam em liberdade dentro de 15 dias.
Os beduínos são nómadas por vivem em tendas, no deserto, e movimentam-se a pé e a camelo. Tem uma vida introspectiva sem grande contacto social. A grande maioria dos beduínos são fervorosos islamitas.
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