EUA saúdam Portugal como um dos aliados "mais antigos e fiéis"

"Em nome do povo americano, envio saudações calorosas a Portugal, que celebra o dia de Portugal, Camões e as Comunidades Portugueses", escreveu Marco Rubio, numa mensagem divulgada pelo Departamento de Estado.

10 de junho de 2026 às 14:03
Marco Rubio lidera o Departamento de Estado Foto: EPA/Lusa
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O secretário de Estado dos EUA enviou hoje "saudações calorosas" no Dia de Portugal e evocou a amizade antiga entre os dois países, desde a independência norte-americana.

"Em nome do povo americano, envio saudações calorosas a Portugal, que celebra o dia de Portugal, Camões e as Comunidades Portugueses" e, "num momento em que os EUA se preparam para comemorar os 250 anos de independência no próximo mês, reconhecemos Portugal como um dos nossos parceiros mais antigos e fiéis", escreveu Marco Rubio, numa mensagem divulgada pelo Departamento de Estado.

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No final do século XVIII, o "vosso apoio ao nosso processo de independência forjou uma amizade que tem sido aprofundada ao longo do tempo", referiu o chefe da diplomacia norte-americana, que salientou os "notáveis progressos na relação bilateral" no último ano.

"Os EUA e Portugal finalizaram o programa de parceria entre a Guarda Nacional do Illinois e as Forças Armadas Portuguesas, que irá reforçar a nossa cooperação militar" e "lançámos o Fórum CEO EUA/Portugal, aprofundando as nossas relações comerciais e conduzindo o crescimento económico na tecnologia e inovação digital".

Em paralelo, Rubio saudou a entrada de Portugal nos acordos de Artemis, um acordo multilateral não vinculativo entre os EUA e outros países participantes do programa norte-americano para levar humanos à Lua e expandir a exploração espacial para Marte.

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No que respeita à presença de Portugal no mundo, o secretário de Estado recordou que "mais de 1,3 milhões de americanos invocam herança portuguesa, incluindo muitos com grandes ligações aos Açores", onde os EUA gerem a Base das Lajes.

"A nossa parceria tem a sua força não apenas alinhando interesses" económicos e políticos, "mas pelas ligações entre as pessoas", recordou, acrescentando: "a amizade entre as nossas nações permanece forte e estendemos os melhores votos à comunidade portuguesa em todo o mundo."

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