Ex-militar que matou cão de serviço a tiro é encontrada morta

Mulher filmou o momento em que agride o animal violentamente, antes de o matar a tiro.

09 de maio de 2017 às 12:35
A ex-militar Marinna Rollins, suspeita de matar a tiro o seu cão de serviço Foto: Direitos Reservados
O namorado Jerren Heng também é considerado suspeito do crime Foto: Direitos Reservados
A ex-militar Marinna Rollins, suspeita de matar a tiro o seu cão de serviço, foi encontrada morta no seu apartamento Foto: Direitos Reservados
Foto: Direitos Reservados
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Marinna Rollins, a ex-militar norte-americana suspeita de ter morto a tiro um cão, de raça pittbull, juntamente com o namorado, Jerren Heng, foi encontrada morta pelas autoridades no seu apartamento, no passado domingo. 

A polícia desconfia que a jovem, que foi diagnosticada com um transtorno pós-traumático e com graves problemas mentais, terá cometido o suícidio depois da repercussão que o seu ato acabou por ter a nível mundial na Internet. 

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O episódio, que teve lugar no estado norte-americano Carolina do Norte, foi denunciado depois de o casal fazer uma publicação no Facebook onde davam a entender que iriam mandar o cão para uma "nova vida", há cerca de cinco meses atrás. 

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Investigações feitas, a polícia não teve dúvidas ao constatar mensagens de texto onde Marinna confessava ter sido a autora do crime contra o animal. A situação foi denunciada por uma associação que protege animais de maus tratos, a "Justice for Cam".

De acordo com documentos a que o tribunal teve acesso, Marinna terá disparado cerca de cinco tiros contra o animal indefeso enquanto o namorado filmava a cena. Em frente ao juíz, o casal terá alegado que só cometeu tamanha atrocidade para livrar o cão de um sofrimento ainda maior, uma vez que estaria doente. 

No entanto, o argumento não serviu para convencer a justiça norte-americana, uma vez que no vídeo, o casal surge a rir enquanto agride o animal violentamente.

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