Extrema-direita atira culpa a Merkel

Na Alemanha e fora dela, líderes xenófobos acusam a líder do governo alemão de ter aberto as portas a terroristas

21 de dezembro de 2016 às 08:31
Natal, Nigel Farage, Partido da Independência do Reino Unido, Berlim, Geert Wilders, Merkel, Alemanha, Frauke Petry Foto: Hannibal Hanschke/reuters
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A extrema-direita alemã e europeia culpam a política de imigração da chanceler Angela Merkel pelo atentado que, na noite de segunda- -feira, matou 12 pessoas e feriu 48 num mercado de Natal na zona ocidental de Berlim.

Nigel Farage, líder do UKIP, Partido da Independência do Reino Unido (principal defensor do Brexit) escreveu no Twitter: "Notícias terríveis de Berlim, mas não são uma surpresa. Acontecimentos como este fazem parte do legado de Merkel."

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Já o holandês Geert Wilders, líder do xenófobo Partido para a Liberdade, foi mais longe e publicou, na mesma rede social, uma fotografia de Merkel com sangue nas mãos.

Na Alemanha, Frauke Petry, líder da Alternativa para a Alemanha (AfD), considerou que o país "já não é seguro" e desafiou Merkel a admiti-lo. Como Farage e Wilders, Petry acusa a chanceler, dizendo que o contexto que permitiu o ataque de segunda-feira "foi importado de forma imprudente no último ano e meio, e concluiu: "Não foi um incidente isolado e não será o último."

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