Fabricantes da Sputnik negam presença de adenovírus e contestam decisão do Brasil

O adenovírus é usado como um vetor que leva o material genético do coronavírus ao indivíduo vacinado.

28 de abril de 2021 às 08:27
Sputnik V, vacina, covid-19 Foto: Reuters
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Os órgãos responsáveis pela produção da vacina russa contra a covid-19 negaram hoje a presença de adenovírus no produto e contestaram os argumentos do órgão regulador do Brasil para negar a importação da Sputnik V.

Na segunda-feira, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) brasileira negou a importação da vacina, apoiando a decisão na falta de dados e falhas graves de segurança, como a presença de adenovírus em vários lotes.

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O adenovírus é usado como um vetor que leva o material genético do coronavírus ao indivíduo vacinado, mas deve estar inativo, sem capacidade de se replicar e causar a doença.

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