Fabricantes da Sputnik negam presença de adenovírus e contestam decisão do Brasil
O adenovírus é usado como um vetor que leva o material genético do coronavírus ao indivíduo vacinado.
Os órgãos responsáveis pela produção da vacina russa contra a covid-19 negaram hoje a presença de adenovírus no produto e contestaram os argumentos do órgão regulador do Brasil para negar a importação da Sputnik V.
Na segunda-feira, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) brasileira negou a importação da vacina, apoiando a decisão na falta de dados e falhas graves de segurança, como a presença de adenovírus em vários lotes.
O adenovírus é usado como um vetor que leva o material genético do coronavírus ao indivíduo vacinado, mas deve estar inativo, sem capacidade de se replicar e causar a doença.
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