Família recebe numa caixa o pénis de jogador assassinado
Instituto de Medicina Legal enviou o órgão genital de Corrêa para a agência funerária, que o reencaminhou para os familiares.
Daniel Corrêa Freitas, de 24 anos, foi assassinado e mutilado a 27 de outubro de 2018. O corpo do jogador do clube de futebol brasileiro São Bento foi encontrado numa estrada deserta perto da Colónia Mergulhão, em São José dos Pinhais, no Brasil. Um mês após a tragédia a família de Daniel recebeu, em casa, uma caixa com o pénis do jovem.
Em declarações ao tribunal, a tia da vítima, Regina Corrêa, revelou ter recebido o pénis do sobrinho. "Foi o pior dia da minha vida. Receber aquela caixa com o pénis cortado. Pelo que eu soube dos depoimentos, ele foi muito maltratado", relembra.
Ao que parece, o Instituto de Medicina Legal enviou o órgão genital do jogador para a agência funerária de Minas Gerais, no Brasil, que por sua vez reencaminhou a caixa para a família.
De acordo com o jornal Metro, Daniel Corrêa foi morto pelo empresário Edison Brittes Júnior. Segundo o mesmo jornal, o empresário, de 38 anos, matou o jovem porque este tentou, alegadamente, violar a mulher. O suspeito contou que encontrou Daniel no quarto de cuecas em cima da mulher e agrediu-o durante cinco minutos. Depois colocou-o, com a ajuda de vários amigos, dentro do porta-bagagens do carro. Já numa zona de floresta Edison perdeu "o controlo" e esfaqueou o atleta, cortando-lhe o órgão genital.Daniel Corrêa Freitas estava em casa do casal a convite da filha que naquela noite festejava o seu 18.º aniversário.
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