Fundador da claque do Palmeiras executado com 22 tiros em São Paulo

Moacir Bianchi, de 48 anos, foi atingido em emboscada dentro do próprio carro.

Moacir Bianchi tinha 48 anos Foto: Direitos Reservados
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O fundador e ex-presidente da "Mancha Verde", maior claque organizada do actual campeão brasileiro de futebol, o Palmeiras, foi assassinado dentro do próprio carro numa emboscada em São Paulo. Moacir Bianchi, de 48 anos, foi atingido por 22 tiros, disparados por um desconhecido à queima-roupa.

Moacir parou o seu automóvel num semáforo na Avenida Presidente Wilson, no bairro do Ipiranga, às 01h18 desta quinta-feira, horário local, 04h18 em Lisboa, atrás de um carro branco que já lá estava. Atrás do carro de Bianchi parou um terceiro veículo e dele desceu o assassino.

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Primeiro, o executor disparou várias vezes contra o fundador da claque através do vidro do banco ao lado do motorista. Depois, o assassino foi para a frente do carro de Moacir e fez mais uma série de disparos contra a vítima antes de fugir no carro que o levara até ali.

A Mancha Verde já teve vários problemas com a justiça desportiva e com a justiça comum devido a actos violentos protagonizados por dirigentes e adeptos. Por causa disso, foi extinta anos atrás pela justiça a pedido do Ministério Público, mas voltou imediatamente com outro nome, "Mancha Alvi Verde".

Horas após a notícia da execução do seu fundador e ex-presidente, a claque anunciou que encerrava as suas actividades por tempo indeterminado. Além de claque organizada, a "Mancha Alvi Verde" também tem uma escola de samba com o mesmo nome, que desfilou na madrugada de sábado para domingo no principal grupo do Carnaval paulistano no Sambódromo do Anhembi, na zona norte da capital paulista.

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