Fuzileiros reforçam segurança
Quinze fuzileiros das Forças Especiais da Marinha Portuguesa, integrados na Eufor para a República Democrática do Congo (R.D. Congo) e estacionados no Gabão, chegaram ontem a Kinshasa para reforçar a segurança. Os restantes 13 dos 28 elementos devem chegar hoje à capital congolesa.
A tensão em Kinshasa tem aumentado, tendo sido ontem registados confrontos junto do Supremo Tribunal de Justiça na sequência de uma audição ao candidato Jean-Pierre Bemba, que denunciou irregularidades na segunda volta das presidenciais, realizadas a 27 de Outubro e que deram a vitória ao actual presidente do país, Joseph Kabila. Graças à intervenção da Eufor, força militar europeia que reforça a segurança no país, a situação voltou à normalidade.
Segundo informações apuradas pelo CM, elementos da comunidade portuguesa não estiveram envolvidos nesses ataques. “Nós não queremos confusão. Não apoiamos Kabila nem Bemba. Não estamos envolvidos em confrontos. Pretendemos apenas paz para podermos trabalhar e ajudar este povo a desenvolver o país”, adiantou ao nosso jornal uma portuguesa que pediu o anonimato por razões de segurança. O Supremo anuncia o resultado da decisão do recurso de Bemba na segunda-feira.
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