Guarda-costas ao pé da cama

Na corte, Diana revelou alma popular. Apesar da ascendência aristocrática, sentia-se perdida nos corredores do palácio. Talvez por isso se tenha tornado íntima dos seguranças e dos criados.

23 de julho de 2007 às 00:00
Guarda-costas ao pé da cama
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Porque era complicado falar com a rainha, sentia-se mais à vontade para ir à cozinha ou à lavandaria. Ganhou rapidamente fãs no pessoal. Foi o seu criado, Mark Simpson, que um dia foi ao MacDonald’s mais próximo comprar três menus Big Mac e apresentar-lhe um colega, Paul Burrel, que se tornou depois seu confidente.

Na noite em que os três estiveram a comer os hambúrgueres na cozinha privada de Diana, a conversa não demorou mais de dez minutos. Mas às vezes Mark e Diana esqueciam-se do tempo. Ainda antes do casamento, houve bronca.

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Uma vez, depois de um jantar oficial, Carlos visitou Diana nos seus aposentos e encontrou-a já na cama, de camisa de dormir, a conversar com o criado ao pé da cama. O príncipe ficou lívido com a intimidade, mas Mark não foi despedido.

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