Indiciado por morte de cidadã portuguesa em Moçambique foge da prisão

Inês Botas foi encontrada morta no rio Púngue na província de Sofala, com as mãos e os braços atados.

05 de novembro de 2018 às 14:32
Inês Botas tinha 28 anos. Era natural de Leiria e vivia em Moçambique há ano e meio Foto: Direitos Reservados
Três homens roubaram e mataram Inês Botas, 28 anos, que lhes deram boleia Foto: Direitos Reservados

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Um dos indiciados pelo homicídio da portuguesa Inês Bota, ocorrido em dezembro de 2017, fugiu no domingo da Cadeia Central da Beira, no centro de Moçambique, anunciaram fontes oficiais.

O indiciado integrava um grupo de oito reclusos, que durante a madrugada serraram as grades da cela onde estavam e fugiram, disse Yazalde de Sousa, diretor da Cadeia Central da Beira, citado esta segunda-feira pelo canal televisivo STV.

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Do número total de reclusos que fugiram, seis estavam em prisão preventiva, incluindo o suspeito pelo homicídio de Inês Bota, e dois estavam condenados.

"Está sendo feito um trabalho com a Procuradoria e Serviço de Investigação Criminal para a localização destes indivíduos", declarou Yazalde de Sousa.

Há uma semana, a procuradora-chefe da Procuradoria Provincial da República em Sofala, Carolina Azarias, manifestou-se preocupada com a demora no julgamento do caso, que aguarda agendamento deste 2017.

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A demora no julgamento do caso "não é normal", disse a procuradora, que, no entanto, remeteu uma explicação desse atraso para o tribunal responsável pelo caso.

Citada esta segunda-feira também pela STV, Carolina Azarias disse que a fuga do indiciado no homicídio de Inés Bota não vai atrapalhar o processo.

"É preocupante, mas ele pode muito bem ser julgado à revelia", disse.

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Inês Botas foi encontrada morta no rio Púngue, no distrito da Beira, capital da província de Sofala, com as mãos e os braços atados.

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