Irão e Turquia condenam Israel por confrontos com 200 feridos em Jerusalém
País asiático condenou o ataque à mesquita "pelo regime militar que ocupa" Jerusalém, considerando que "este crime de guerra mais uma vez prova ao mundo a natureza criminosa do regime sionista ilegítimo".
O Irão pediu este sábado às Nações Unidas a condenação do que chamou "crime de guerra" israelita em Jerusalém, palco de confrontos com a polícia na sexta-feira, e a Turquia acusou Israel de atuar de forma agressiva e provocadora.
Na sexta-feira, segundo o movimento internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, mais de 200 palestinianos tiveram de ser hospitalizados devido a confrontos com a polícia israelita, em Jerusalém, a maioria na Esplanada das Mesquitas, onde muçulmanos se reuniam para a última sexta-feira do mês de jejum do Ramadão.
O Irão, em comunicado do porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, condenou o ataque à mesquita "pelo regime militar que ocupa" Jerusalém, considerando que "este crime de guerra mais uma vez prova ao mundo a natureza criminosa do regime sionista ilegítimo" e exortando "as Nações Unidas e outras instituições a ele vinculadas a agir [...] para lidar com este crime de guerra".
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