Japoneses recrutam ninjas
Seis vagas disponíveis em Aichi com salário de 1445 euros.
Na época medieval os ninjas eram figuras temidas no Japão. Mercenários, eram especialistas em acções de espionagem, sabotagem, assassinatos e outros expedientes de guerra não convencional. Faziam aquilo que o código de honra dos samurais os proibia de fazer. O cinema e a televisão deram aos ninjas uma carga quase mitológica de super-homens e assassinos de sangue frio, distantes dos ninjas que realmente existiram, mas o folclore entrou no imaginário.
Há poucos dias, a região administrativa japonesa de Aichi - cuja capital é Nagoya, a quarta cidade mais populosa do Japão - abriu seis vagas para contratar ninjas. Mas a missão está bem longe das funções dos mercenários medievais: pede-se pessoas dedicadas que possam fazer acções de relações públicas, participar em demonstrações de artes marciais e, resumindo, promover o turismo na região.
A Câmara de Aichi promete um ordenado de 1445 euros e diz não ser necessária experiência anterior como Ninja. Basta ter 18 anos e nenhum problema em mostras os dotes de espadachim medieval em público. Claro que convém saber japonês, quanto mais não seja para decifrar o que está escrito no anúncio de recrutamento
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