Jornalista luta com polícias no Carnaval de Salvador
Felipe Santana, correspondente da Tv Globo em Nova Iorque, acabou por ser levado para uma esquadra.
O jornalista Felipe Santana, correspondente da Tv Globo em Nova Iorque, envolveu-se numa enorme confusão no final da noite deste domingo durante um desfile de Carnaval em Salvador, capital do estado brasileiro da Bahia, onde passa férias, e acabou sendo levado para uma esquadra. Ele é acusado de ter provocado e entrado em luta corporal com dois agentes da Polícia Militar.
De acordo com as informações disponíveis nesta segunda-feira, Santana, que preferiu não se pronunciar sobre o assunto, estava acompanhado do amigo e também jornalista da Globo Bruno Della Latta, que trabalha no programa "Fantástico" como productor, e os dois terão provocado um polícia durante o desfile do bloco carnavalesco "Coruja da Ivete", ou dito alguma coisa que pareceu provocação aos agentes. Terá havido discussão, um outro polícia acudiu ao colega e Della Latta acabou por ser atingido na cabeça por um cassetete e desmaiou.
De acordo com informações preliminares fornecidas pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia, Felipe Santana, que acusa os agentes de truculência, entrou em luta corporal com os dois. Segundo a SSP, os dois polícias ficaram com evidentes ferimentos na
Todos foram parar à Central de Flagrantes da polícia da capital da Bahia e Felipe foi libertado durante a madrugada desta segunda-feira, após assinar um termo circunstanciado sobre a ocorrência que, a pedido dos polícias, vai ser investigada pela Polícia Judiciária. Della Latta, que sofreu um corte num supercílio, foi levado para o Hospital Aliança e teve alta após ser mmedicado.
Felipe Santana é correspondente da Tv Globo desde o início do ano passado, fazendo reportagens para o dominical "Fantástico" e para o telejornal da hora do almoço "Jornal Hoje", entre outras. Ele ganhou notoriedade no mês passado ao entrevistar com exclusividade durante uma viagem de Nova Iorque para o Rio de Janeiro o mega-empresário brasileiro Eike Batista, que teve a prisão preventiva decretada por corrupção e regressou ao Brasil para se entregar.
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