Menores marroquinos que entraram ilegalmente em Ceuta vão ter aulas separadas
É um plano "complicado", dada a "volatilidade" dos números, disse a diretora provincial do Ministério da Educação e Formação Profissional.
Os cerca de 800 menores marroquinos que entraram ilegalmente em Ceuta, e permanecem nos vários centros criados pelo governo na cidade, vão ter aulas separadas dos outros estudantes e seguir um plano de "escolarização".
A diretora provincial do Ministério da Educação e Formação Profissional em Ceuta (MEFP), Yolanda Rodríguez, afirmou que está a ser elaborado um plano para facilitar a "escolarização" destes menores, mas que será baseado na imersão linguística e com aulas separadas do resto dos estudantes.
É um plano "complicado", dada a "volatilidade" dos números, segundo disse ao Ceutatv a diretora provincial, Yolanda Rodríguez.
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