Moçambique regista mais 54 novas infeções por Covid-19 e ultrapassa os 3.000 casos

Novos casos estão em isolamento domiciliário, estando a decorrer o processo de identificação dos seus contactos.

19 de agosto de 2020 às 16:58
Foto: Direitos Reservados
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Moçambique registou esta quarta-feira mais 54 infeções pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas e elevou para 3.045 o total de casos, anunciou o Ministério da Saúde.

Dos 54 casos anunciados esta quarta-feira, 48 são de nacionalidade moçambicana e seis são estrangeiros, refere-se na nota de atualização de dados do ministério enviada à comunicação social.

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Os novos casos, distribuídos pelas províncias de Maputo (dez), Niassa (um), Zambézia (três) e Sofala (oito), e na cidade de Maputo (32), estão em isolamento domiciliário, indicam as autoridades de saúde. "Neste momento decorre o processo de identificação dos seus contactos", acrescenta a nota.

Dos casos já registados em Moçambique, 2.812 são de transmissão local e 233 são importados, havendo 13 pessoas internadas e que "padecem de patologias crónicas diversas associadas à covid-19".

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As autoridades de saúde anunciaram ainda que mais 44 pessoas foram dadas como recuperadas, elevando o total para 1.291 (42%).

Dos casos ativos em Moçambique, a cidade de Maputo, capital do país, regista o maior número, com 733 infeções, seguida da província de Maputo, com 313 casos, ambas no sul do país.

As províncias do norte de Moçambique, Nampula e Cabo Delgado, seguem com 227 e 205 casos, respetivamente, enquanto as restantes sete províncias do país registam menos de 140 infeções.

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Moçambique já testou um total de 80.913 casos suspeitos e foram rastreadas pouco mais de 1,8 milhões de pessoas, desde o anúncio da primeira infeção, em 22 de março.

Um total de 6.775 pessoas observam ainda a quarentena domiciliar das 30.754 pessoas que foram submetidas a esse tipo de isolamento.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 781.194 mortos e infetou mais de 22,1 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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