Morreu Afonso Dhlakama, o líder da Renamo
Diabetes estará na origem da morte.
O presidente da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), Afonso Dhlakama, morreu esta quinta-feira pelas 08h00 (menos uma hora em Lisboa) na Serra da Gorongosa, centro de Moçambique, devido a problemas de saúde, disse à Lusa fonte partidária.
O corpo deverá ser transferido na sexta-feira para o Hospital Central da Beira, acrescentou.
Dhlakama vivia refugiado na serra da Gorongosa, no centro do país, desde 2016, tal como já o havia feito noutras ocasiões, quando se reacendiam os confrontos entre a Renamo e as forças de defesa e segurança de Moçambique.
Marcelo lamenta a morte
O chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, lamentou a morte do líder da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), Afonso Dhlakama, pela qual expressou o seu pesar ao Presidente de Moçambique, Filipe Nyusi.
Numa curta nota, de dois parágrafos, publicada no portal da Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa "lamenta a morte de Afonso Dhlakama" e "apresenta as suas condolências à família" do presidente da Renamo, referindo que "anos atrás" os dois se encontraram em Moçambique.
"Em mensagem enviada ao Presidente Nyusi, o chefe de Estado expressou o seu pesar pelo falecimento do líder da Renamo, partido com assento na Assembleia da República de Moçambique, e interlocutor privilegiado nos caminhos do diálogo, da paz e da concórdia neste nosso país irmão", lê-se na mesma nota.
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