Morta em legítima defesa
Rayfran das Neves Sales, um de dois brasileiros acusados do homicídio da freira norte-americana Dorothy Stang, afirmou ter agido em legítima defesa. Contrariando testemunhos anteriores, alegou ter pensado que a freira tinha uma arma no saco.
Os dois arguidos acabaram por ser ontem condenados a 17 e 27 anos de prisão pela morte da missionária de 74 anos no Estado do Pará, Brasil.
A pena máxima foi atribuída a Rayfran das Neves Sales, autor dos seis disparos que mataram a freira. Os quatro mandantes do crime aguardam julgamento.
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