Motorista de Diana estava ébrio
Novos testes de ADN indicam que Henri Paul, o motorista do veículo no qual a princesa Diana de Gales viajava quando morreu, em 1997, estava alcoolizado na noite do trágico acidente em Paris – revelou ontem a BBC.
Os testes, feitos no último ano pelas autoridades francesas, confirmam os exames originais que indicavam que Henri Paul estava acima do limite de álcool permitido em França, segundo o programa ‘Como morreu Diana: Os Arquivos da Conspiração’, que será exibido hoje pela BBC.
No acidente, além de Diana, morreu o seu namorado Dodi al-Fayed, filho de Mohammed al-Fayed (dono da Harrods), e o motorista do Mercedes. O único sobrevivente foi Trevor Rees-Jones, guarda-costas da princesa.
Os resultados dos testes de ADN demonstram ainda que os exames de sangue originais do motorista não foram alterados, como sugeriram algumas teorias.
Essas novas provas, acrescenta a BBC, farão parte da investigação sobre a morte de Diana realizada pelo ex-chefe da Polícia Metropolitana de Londres, Lorde John Stevens, para esclarecer todas as teorias de conspiração. Esta nova prova surge a alguns dias da publicação de um relatório britânico sobre a morte de Diana, a 31 de Agosto de 1997 em Paris, França, que deverá concluir que se tratou de um acidente.
Diana, de 36 anos, e o seu companheiro Dodi al-Fayed, de 42 anos, morreram quando a viatura em que seguiam embateu contra um pilar num túnel sob a ponte de Alma em Paris, numa altura em que eram perseguidos por ‘paparazzi’.
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