Negada liberdade condicional a mulher que matou e cozinhou o marido
Uma mulher norte-americana que matou o marido, desmembrou-o e cozinhou partes do seu corpo no Dia de Acção de Graças, em 1991, viu ser-lhe recusado na quarta-feira o pedido de liberdade condicional pela segunda vez.
Omaima Nelson, norte-americana nascida no Egipto, foi condenada em 1991, quando tinha 23 anos, pelo homicídio do seu marido, William Nelson, de 56, com quem se casara no mês anterior, um crime que as autoridades compararam a Hannibal Lecter, o personagem canibal do filme ‘Silêncio dos Inocentes’.
O pedido foi negado após uma longa audição de cinco horas e meia que teve lugar no estabelecimento prisional de Chowchilla, Califórnia, onde a mulher cumpre pena de prisão perpétua,
Omaima Nelson, que hoje tem 43 anos, argumentou que deveria ser colocada em liberdade condicional, na medida em que se tornou uma pessoa diferente e pretende "viver a boa vida que Deus queria".
A ex-modelo, que tomava conta de crianças depois de ter emigrado do Egipto, viu ser-lhe negado o pedido de liberdade condicional por não ter assumido a responsabilidade pelo homicídio nem completado os programas educacionais e vocacionais enquanto esteve presa em Chowchilla.
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