"Revolução dos encalhados" na origem do massacre em Toronto

Alek Minassian tem 25 anos e é natural de Richmond Hill, em Ontário.

24 de abril de 2018 às 00:52
As imagens do terror em Toronto Foto: Reuters
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O suspeito de ter avançado com uma carrinha para a multidão esta segunda-feira em Toronto, no Canadá, foi detido pela polícia. Chama-se Alek Minassian e tem 25 anos. É natural, de acordo com as primeiras indicações, de Richmond Hill, em Ontário, avança a televisão pública canadiana CBC. Terá também origem arménia.

De acordo com o seu perfil na rede social LinkedIn, é estudante no Seneca College e é especializado em software de computadores.

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Não estaria referenciado como associado a nenhuma organização terrorista nem estava marcado como representativo de uma ameaça para a segurança nacional do país. 

Suspeito do massacre era um "celibatário involuntário"

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O suspeito de ser o autor do massacre em Toronto, que matou 10 pessoas e feriu pelo menos outras 15, era uma presença constante nas redes sociais.

No Facebook, Alek Minassian, falava várias vezes no facto de praticar "celibato involuntário" e de as mulheres terem por hábito rejeitá-lo. Pouco tempo antes do massacre, o canadiano tinha inclusivé feito uma publicação onde escrevia que a "revolução dos encalhados" tinha acabado de começar.

Dez mortos e 15 feridos em atropelamento em massa no Canadá

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Dez pessoas morreram e outras 15 ficaram feridas quando uma carrinha branca embateu contra vários peões. O atropelamento ocorreu na interseção da Yonge Street com a Finch Avenue, a trinta quilómetros da baixa da cidade.A polícia fala em "ato deliberado", mas não confirma, para já, que se tratou de um ataque terrorista.

Contactada pelo CM, fonte oficial da secretaria de Estado das Comunidades refere que os serviços consulares ainda estão a recolher informação mas que, até ao momento, não há indicação de feridos portugueses.

O alerta foi dado cerca das 13h30 (hora local) - mais cinco em Portugal Continental - altura em que a zona era bastante movimentada devido às pessoas que saíam dos escritórios para almoçar. O condutor do veículo, entretanto detido, terá atropelado as vítimas ao longo de 1,6 quilómetros. 

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A polícia fala em "ato deliberado", mas não confirma, para já, que se tratou de um ataque terrorista.

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