OS HOMENS DE DIANA

A princesa Diana tinha pelo menos nove amantes que agrupava num "top" de preferências, debatendo com o seu mordomo, Paul Burrell, a posição relativa de cada um na "corrida" para o seu coração. Esta revelação faz parte do último capítulo do livro de Burrell, "Um Dever Real", publicado ontem pelo jornal "Daily Mirror".

25 de outubro de 2003 às 00:00
OS HOMENS DE DIANA Foto: d.r.
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Sem referir os nomes, Burrell afirma que depois do seu divórcio, em 1996, Diana era assediada por dezenas de homens ricos e famosos. No "top ten" da lista contavam-se um actor "oscarizado" de Hollywood, uma lenda do desporto, um músico bem sucedido, um político famoso, um escritor, um advogado, um empresário e um milionário.

As atenções e os esforços destes amantes, estavam, no entanto, votados ao fracasso, afirma Burrell, salientando que Diana não os levava a sério. Aproveitava, por isso, todas as ocasiões para brincar com a situação. Juntamente com Burrell, elaborou um sistema de classificação, e referia-se aos amantes como "corredores". Burrel foi nomeado "vigilante da pista de corridas" e a brincadeira foi transformada num código.

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Burrell escrevia bilhetes informando, por exemplo, que os concorrentes "das pistas 8 e 9 tinham sido desclassificados. Um por revelar doping e outro porque não fez os exames médicos de rotina".

Este jogo tinha uma justificação, afirma o mordomo, garantindo que depois da separação de Carlos, Diana entregou o coração a um só homem. E não se tratava de Dodi al-Fayed, pois os excessos de drogas, álcool e prostitutas do "playboy" - que acompanhava a princesa aquando do desastre fatal, em Paris, em 1997 - faziam Diana sentir-se oprimida e receosa, garante Burrell.

Segundo a Imprensa "cor-de- -rosa" britânica, o último amor da princesa foi o cirurgião paquistanês Hasnat Khan.

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PROMESSAS TRAÍDAS

Uma carta particular de Burrell ontem revelada pelo jornal "Daily Express" prova que o alegadamente fiel mordomo tem uma maneira peculiar de cumprir promessas. Na carta, escrita em papel do Palácio de Kensington - em princípio reservado ao uso privado de Diana - o mordomo afirma: "Nunca contarei a minha história, venderei os meus segredos ou trairei a minha patroa. Foi uma honra e um privilégio servir um ser humano tão inspirador e único. Nunca trairia a confiança que ela colocou em mim".

Para Burrell a venda de um livro com os segredos de Diana não pode, aparentemente, ser considerada uma traição. Como tem afirmado, trata-se antes de "preservar a verdade e salvaguardar a memória da princesa".

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