Oxigénio a bordo de submarino desaparecido prestes a acabar

Só tem reservas suficientes para uma semana. Falsos alertas aumentam desespero dos familiares.

22 de novembro de 2017 às 08:28
Familiares dos tripulantes aguardam por notícias em base naval Foto: Reuters
O submarino argentino San Juan Foto: EPA
O submarino argentino San Juan Foto: EPA
O submarino argentino San Juan Foto: EPA
O submarino argentino San Juan Foto: EPA
O submarino argentino San Juan Foto: EPA

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As reservas de oxigénio do submarino argentino ARA San Juan, desaparecido há uma semana no Atlântico Sul com 44 tripulantes a bordo, estão prestes a acabar e até ontem à noite não havia qualquer pista sobre o seu paradeiro, apesar da melhoria das condições meteorológicas e do envolvimento de mais de uma dezenas de meios aéreos e navais nas buscas.

Um porta-voz da Marinha argentina confirmou na segunda-feira à noite que o submarino tem reservas de oxigénio suficientes para uma semana. O último contacto com a embarcação ocorreu, precisamente, na passada quarta-feira, o que significa que o oxigénio a bordo poderá estar prestes a esgotar-se.

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As autoridades confirmaram também que os ruídos detetados na segunda-feira no fundo do mar, inicialmente tidos como sons metálicos, que poderiam ser provocados pela tripulação a bater no casco, têm origem natural.

A notícia é um novo balde de água fria para as famílias dos tripulantes, depois de no fim de semana terem sido detetados na área sinais de satélite que também não pertenciam ao submarino.

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